O que te faz se sentir importante?

Tem dias nos quais me sinto a pessoa mais importante do mundo!

É nesses dias em que o orgulho do que faço sobe às alturas e lembrar de alguns momentos me faz feliz por semanas, meses.
Bons momentos são meus balões de alegria aos quais recorro sempre que tenho alguma dúvida sobre o que faço. 
E surgem dúvidas, claro… 
Penso: E quando eu envelhecer, será que terei pique pra fazer o que faço hoje? 
Mas aí lembro que esse “pique não é só algo físico, é algo de alma. E hoje tenho alma de 15 então ela está novinha ainda, não preciso me preocupar. 
Semana passada fotografei o aniversário do João Emanuel. 
Não vou falar muito sobre a festa porque como ela foi linda quero mostrá-la inteirinha. 
Foi a primeira vez que conheci a família do João. Um pai maravilhoso, a mãe a alegria em forma de mulher (e que mulher linda, um sorrisão de desmontar qualquer um), uma anja que cuida dele e que faz parte da família, todos os parentes e amigos super felizes com a festa… aquela família que a gente quer ter contato sempre, sabem? 
Mas teve uma foto especial que marcou meu dia, marcou minha história e me fez sentir muito, muito importante. 
Essa foto não ganhará um prêmio em concursos de fotografia!
Está longe de ser a foto tecnicamente melhor. É uma foto simples, feita rapidíssimo, de surpresa, o João estava olhando pro lado, a luz estava forte… uma foto comum pra quem olhar só com os olhos. 
Mas aí é que entra o coração, a alma… e ela mexeu tanto comigo que ao vê-la novamente desabei aqui. 
O pai da Mônica estava doente até poucos dias antes da festa. Ele estava no hospital. 
Ao falar isso os olhos desse mulherão cheia de força se encheram de lágrimas. Eu só queria dar um super abraço nela. 
Ali ela era a filha, não a mãe. A filha que lembrou naquele momento a importância da presença desse pai. 
Hoje, revendo as fotos, me senti tão feliz… 
Eu posso estar presente nesses momentos, ouvir essas histórias. 
E daqui alguns anos ela verá as fotos, se lembrará disso e poderá mostrar pro João contando o quanto é importante a presença do avô ali.
Faço parte da história linda dessa família com meu olhar sobre esse momento. 
Eu sou importante porque as pessoas me deixam ser. 
Sou a boba que chora na frente do computador ao reviver momentos lindos.
AniversárioJoãoEmanuel2015
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Livia Barcelos M Afonso - 2 de novembro de 2015 - 21:58

Nossa kaka quanta sensibilidade. Sou amiga da Mônica e ela logo disse pra eu olhar no seu face as fotos. Lindas, lindas… Mas esse texto encheu meus olhos dágua tbm porque sei muito bem o que ela passou nesses dias de doença do pai, o quanto ficou abalada… Tava com medo e apesar de eu não ter falado tbm fiquei com medo… E era impossível pra mim tbm não pensar na festa de 1 ano do João Emanuel que estava sendo tão planejada, era a comemoração do aniversário da Mônica como mae tbm… Enfim, parabéns viu???? Ta de parabéns….

kkpillat - 9 de novembro de 2015 - 2:05

Livia, fiquei muito emocionada quando ela contou do pai com lágrimas nos olhos.
Aquela mulher linda e forte confiando a mim algo tão pessoal… isso não tem preço.
Aniversários de um ano sempre são super especiais, a energia é sempre maravilhosa mas esse teve uma história a mais.
sabia que a Mônica era uma pessoa especial desde o primeiro telefonema, impossível não sorrir com a alegria dela. Quando a vi gostei muito mais. A família é toda linda!
Sendo a filha que é ela sempre será uma super mãe!
Vou trazer essa história comigo por toda vida

Outubro Rosa Reluzente

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama. 

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org). 

Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org). 

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente. 

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

Fonte: http://outubrorosa.org.br/historia/

No início do mês fui convidada pela Juliana Oliveira e pela Marta Pegorelli a participar de uma exposição No Iguatemi com o tema “Outubro Rosa”.
Confesso, sempre achei lindas as ações mas nunca me aprofundei no assunto. Resolvi pesquisar.
Pesquisei bastante, vi muitas fotos, conversei com algumas pessoas e vi nas pessoas com as quais conversei histórias lindas de mulheres que superaram seus limites e que apesar dos momentos confusos, de fraqueza e até de descrença, ergueram a cabeça e venceram.
Tudo foi muito rápido e meio confuso.
O mais difícil nesse desafio era não conhecer a modelo antes.
Quem acompanha o Blog sabe o quanto meus trabalhos são pessoais e conhecer as pessoas é essencial para uma boa foto porque não faço isso pra mim, faço pra quem é fotografado. Como fazer algo para alguém sem conhecer?
Meu trabalho parte da pessoa, é uma troca. eu dou meu olhar e crio sobre uma história.
A questão é que eu não tinha uma história específica, só algo genérico sobre algo muito importante na vida dessa mulher imaginária até então.
E como o Universo às vezes arma uma baita confusão pra no final tudo dar mais do que certo incialmente deu tudo errado.
A idéia era fotografar uma mãe, algo bem a minha cara. Mas a mãe só podia em um horário X e a foto tinha que ser feita obrigatoriamente no estúdio onde todas as outras fotos seriam feitas e eles não tinham esse horário X.
No dia que era pra foto ser feita várias modelos que ainda estavam em tratamento passaram mal e não puderam ir. Fiquei sem modelo!
Eu estava tensa porque teria que fazer a foto rapidamente (rápido mesmo, coisa de uma hora, no máximo) em um estúdio lindíssimo, porém desconhecido pra mim, sem conhecer a modelo antes e com muitas pessoas por perto.
E no final não tinha modelo. Vi algumas fotos sendo feitas e voltei pra casa sem expectativa de fazer a minha foto.
No dia seguinte, surgiu uma modelo, aí não deu certo, surgiu outra… e finalmente a Ju entrou em contato para falar sobre a Edleuza.
Aí nos mobilizamos para que tudo acontecesse.
A foto seria feita em nosso estúdio ( Obaaaaaaaaa!).
Fomos buscar a Edleuza em sua casa e ela me chamou pra entrar, mostrou seus trabalhos artesanais, os porta-retratos com lindas fotos suas, falou muito sobre o Grupo Rosa e Amor, do qual participa ativamente e no final, conseguimos nos conhecer um pouco sem pressa, sem tensão, tudo tranquilamente, no nosso tempo.
Sabe aquelas coisas que precisam dar muito errado pra depois dar certo?
Pois é… foi assim.
A sessão foi feita em nosso estúdio e contou com um anjo que participou e fez a mágica acontecer, a pecinha que faltava pra tudo ficar perfeito.
Na correria de fazer aqui no estúdio e não no local planejado ficamos sem a equipe do projeto.
Como fazer assim, de última hora, pra arrumar alguém pra nos auxiliar?
Liguei pra Maira Munhoz sem muita esperança porque ela é super ocupada mas ela topou na hora e mesmo com a confusão de termos mudado de horário conseguiu vir, adequou sua agenda a nós, deixou uma cliente esperando um pouquinho e veio participar da nossa bagunça.
A participação da Maira não foi só importante, foi essencial. Junto com ela veio a alegria, já começamos a sessão sorrindo.
Ao invés de uma hora, ficamos cerca de 3 horas no estúdio papeando e assim eu fui conhecendo a Edleuza, vendo o quanto ela gosta de sua família (ela falou de cada um dos filhos de uma forma super especial), o quanto é importante pra ela participar do Grupo Rosa e Amor como voluntária… descobri que ela gosta de passear com as amigas, que sua religião (ou seria filosofia?) a deixa feliz, que ela gosta de ir à sua casa na praia mas vai pouco, que ela tem uma cachorrinha super fofa e gorducha e que a família toda ama animais pois seu filho até criou uma casinha e um arranhador super criativos pra gatos (E eu ganhei os dois pra Frida que amou os presentinhos), que ela faz um bolo de arroz delicioso (não bolinho, bolo grande mesmo) e que é bom pra comer tomando café…
Eu não conseguiria saber tudo isso se não tivesse esse tempo gostoso com a Edleuza. E não conseguiria também o sorriso que resultou na foto da exposição, uma das últimas fotos de nossa sessão.

Edleuza é uma mulher magnífica! Além de linda ela é muito, muito feliz.

Foi maravilhoso conhecê-la. A terei comigo por toda vida!

Ah, e ontem, dia da abertura da exposição, foi aniversário dela. Tem presente maior?

A exposição 20 mulheres, 20 Fotógrafos e 1 causa estará no Shopping Iguatemi, ala nova, em frente ao Suplicy cafés especiais, até o final do mês.


 

 

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Sentir antes de olhar

Um dia, no CineMaterna, a Si Martins me contou sobre um projeto e perguntou se eu participaria caso desse certo.
Ela falou por cima, rapidinho, e mesmo assim já deu pra notar o quanto era bom.
Quem conhece a Si sabe a energia que ela emana. Nem é preciso conhecer muito, é só chegar perto pra sentir. Gente do bem é assim!
Coincidentemente as idéias dela se encaixavam perfeitamente em um projeto meu e a empolgação foi imensa, como se tudo estivesse predestinado a acontecer.
E aconteceu….
E tudo teve que dar certo em pouquíssimo tempo.
Sinceramente, com a correria muita coisa errada poderia ter acontecido mas de repente as melhores pessoas surgiram, as crianças mais lindas, os pais perfeitos, a super ajuda na produção… foi tudo tão bom que ainda estou meio boba.
A idealização do projeto é da Si mas a liberdade foi tanta que ela fez com que todos os envolvidos se sentissem livres e assim a criação aconteceu.
Foram 6 fotógrafos convidados, todos maravilhosos, cada um com seu estilo que dá pra notar nas fotos. Além de ótimos fotógrafos, pessoas especiais.
Isso só foi possível porque a Si foi o instrumento de união dessas pessoas.
Em um meio onde as pessoas competem tanto foi delicioso poder conversar com fotógrafos que admiro, ver seus trabalhos e estar entre eles. E os que não conhecia agora conheço um pouco e espero ver novamente.
Achei lindo ela dizer que só casou as pessoas, era pra acontecer assim, do jeitinho que foi.
Admiro quem não tem o ego inflado (e poderia ter sim, com motivo pra isso) e sabe se doar sem pensar imediatamente na contrapartida.
Gente que ouve e ao falar só melhora o que já existe com críticas construtivas.
A Si soma. Acho que é bem isso… ela não impõe nada, só lapida, melhora, dá aquele brilho que faltava.
Ontem se me perguntassem como foi a exposição eu diria que a palavra era aprendizado mas hoje essa palavra se somou a tantas outras. Doação, dedicação, amor…
Ver as mães e os modelos curtindo aquele momento, se vendo ali, se imitando na pose da foto pra reviver … foi muito gostoso.
Todos em harmonia, conversando, sentando juntos, rindo, trocando experiências.
Cresci tanto em um dia!
Só posso dizer que dá um orgulho imenso fazer parte disso.

Agora preciso falar das pessoas sem as quais nada seria tão perfeito.
Obrigada Dani, mãe da Bru, por me ajudar a entender os sonhos dessa menina linda que quer ser bailarina e que trouxe um mundo cheio de fantasia.
A Gi que foi nossa DJ e a Cynthia, que pulou e dançou atrás de mim brincando com nossa modelo.
A Roberta e ao Daniel , pais do Gabs por nos proporcionar momentos de pura alegria com esse garotinho que ilumina o mundo.

Muito, muito, muito obrigada a Si Martins por ter levado tudo de forma tão graciosa gerando esse resultado incrível.
A Sandra Zanardi que participou da nossa bagunça, comprou a idéia, acreditou e sorriu conosco.

E ao Fá, Fábio, F.Barella… meu Toddynho, o companheiro de todas as aventuras, a pessoa que sempre me ajuda a fazer acontecer.

*sobre meus modelinhos falarei depois com calma porque acho que vocês merecem conhecê-los. Os dois foram um show, esbanjando alegria e determinação.

Aqui o link para o programa Circuito Fechado que mostra a Avant-Premiere da exposição Um olhar Sobre as Diferenças.

E aqui algumas fotos do evento feitas pela Carol Guerra Fadiga, que nos acompanhou o tempo todo.

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Uma princesa em seu castelo

A Bia ia fazer 5 aninhos e fomos convidados a participar desse sonho de Festa.
E o tema? Vamos ver se adivinham… foi o tema do ano entre as meninas.
“Let it go” lhe diz algo?
Foi uma festa cheia de magia em um lugar lindo, um verdadeiro castelo.
Nele a Bia se arrumou para seu grande dia, colocou a roupa mais linda, desfilou e dançou entre seus amigos.
Como uma princesa moderna a Bia brincou, pulou, correu, e correu… e correu. Ela se encantou com a Elsa e nos encantou com seu jeitinho doce.
O que mais gosto na Bia é justamente isso, a forma como ela trata os amiguinhos.
Na primeira festa lembro dela abraçando muito a prima.
Nesta ela dançou com o priminho pequenino, esbanjou gentileza.
Com as fotos da Bia meu desejo por um futuro assim:  feliz e gentil.

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Irmãs sim, gêmeas não

Esperei que a Luiza e a Livia viessem aqui durante muito tempo.
Elas são filhas da Carol e do Rafael, nossos super parceiros, proprietários do Abracadabra, em Vinhedo.
Quem faz a festa no Abracadabra já conhece essas duas peças raras e deve ter se divertido muito com eles porque além de profissionais eles acabam se tornando amigos.
Sempre fotografamos os clientes do buffet mas a família mesmo nunca tinha tempo de vir.
E depois de anos esperando vi que a espera valeu à pena.
A Carol viu a loucura que é o estúdio e as meninas… o que falar dessas duas?
Eu só não queria que tivesse sido tão rápido, na verdade, não queria que fossem embora.
A Luiza chegou toda tímida e foi uma super modelo! Era só clicar e ela fazia as poses, parecia fazer isso todos os dias, linda demais! O pai que se prepare porque vai dar um trabalhoooo… rs
A Livinha já chegou toda moleca com aquelas molinhas lindas no cabelo. E pula, e brinca, e faz a bailarina maluca… ai, que vontade de apertar!!!!!!!
A sessão voouuuu e foi tão gostosa que eu ficaria horas fotografando as meninas.
E a parte mais engraçada foi no final.
A sessão toda correu super bem uma vendo a outra ser fotografada, só diversão.
Isso até a hora que as duas seriam fotografadas juntas com a mesma roupa. Aí a sessão acabou! As garotas são cheias de atitude e completamente diferentes. As últimas fotos foram feitas rapidamente, elas não estavam confortáveis.
Foi trocar de roupa e tudo voltou ao normal. Luiza linda e delicada, Lívia saltitando escada abaixo.
Irmãs sim, mas com personalidade! São únicas!
Também, com esses pais… não dava pra esperar outra coisa.
Já estou com saudade!

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Rafael Rios da Silva - 8 de setembro de 2015 - 13:20

Grande Kaká! Obrigado pela carinho e o cuidado de sempre. As fotos ficaram sensacionais, adorei todas. Valeu mesmo!

Alcione Badejo Carvalho - 9 de setembro de 2015 - 2:05

Aí Rafael, até que você sabe fazer filhas, hein! rsrsrsr Lindinhas! Belas fotos! A menor tem uma carinha de sapeca mesmo!