Os Seus, os Meus, os Nossos Pets

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Somos apaixonadas por pets!

Pra nós eles são super importantes, são alegria, companhia pra todas as horas!

Quem já veio aqui no estúdio já deve ter ouvido a Pitty latindo pra pedir atenção ou a casinha do Noopy e da Nica na entrada. Alguns podem até ter cruzado com a Mia, que é mais rebelde e não sabe ficar no canto dela!

Já a Frida foi até nossa modelinho no blog, no início do ano passado, quando ela deitou sobre os quadrinhos que seriam da nova decoração do estúdio e ficou ali, tão fofa, que não resistimos, virou post no blog.

A questão é que vivemos entre esses animais que nos acompanham e fazem nossa vida mais feliz e não sabemos viver sem eles.

Claro que durante as sessões eles ficam escondidinhos, afinal, muitas pessoas anda tem medo de animais ou simplesmente não gosta. Respeitamos isso!

No dia a dia a Pitty fica no meu pé o dia todo enquanto trato as fotos! Frida fica deitadinha dormindo (ela é uma gatinha dengosa e bem calma) e a Mia, nossa invasora (ela invadiu o estúdio morta de fome um dia desses, assustou todo mundo com sua magreza e agora está lindona, reinando pela casa), é a típica gata folgada que entra e sai quando quer e faz a maior bagunça com qualquer fiapinho que encontra pelo chão. Ela destrói tudo mas ao invés de dar bronca acabamos caindo na gargalhada!

Noopy é um senhorzinho de 17 anos que late para o muro, acredito que ele fale com anjos. Nica é a irmãzinha de criação dele, ela é mandona, quase chata. Tem uma carência afetiva inexplicável. Não importa quanto carinho você dê, ela sempre irá querer mais.

Noopy e Nica foram herança (não, não somos acumuladores de animais, só temos uma espécie de imã que os atrai pra nós). Pois é, alguns herdam casas, contas gordas no banco… eu herdo cachorros. C’est la vie…

Pra mim ter um animalzinho sempre foi algo normal.

Tive o Simba, depois o Fork (meu pai colocou esse nome, não me perguntem o motivo, deve ter achado sonoro), dois poodles invocados, a Laka (igual à Priscilla da TV colosso… foi em quem eu dei meus melhores abraços), a Cris, Tom e Milla (3 gatinhos irmãos) e a Tati, uma ciamesa fofa que agora mora com meu irmão e é uma senhorinha também.

Minha casa sempre teve gatos e cachorros. Em doses homeopáticas, não todos de uma vez, mas cresci com eles e aprendi muito!

Acredito que essa relação é transformadora! Eu não seria o que sou sem os bichinhos que tive!

O Simba é o primeiro bichinho que me lembro, foi meu único pet comprado. Meus pais foram ao mercadão e o viram em uma gaiolinha. Um poodle sujo, com os pelos enroscados… compraram o bichinho pra tirá-lo dali.

Cheguei em casa e me falaram que eu ia ganhar um presente e que era pra chamar pelo nome. Fazia meses que eu vinha pedindo um brinquedo, uma geladeirinha, e não entendia porque haviam colocado nome na bendita. Minha geladeirinha tinha 4 patas e os pelos encaracolados mais deliciosos do mundo!

Ele veio cheio de história, de traumas. Com ele aprendi a ter paciência. Imaginem a importância disso para uma criança!

Aprendi a respeitar o espaço do outro. Na marra… porque ai de mim se não respeitasse, ele mordia.

Como Simba era bravo acharam que ele deveria cruzar pra melhorar o humor. E daí veio o Fork.

Com o Fork aprendi a ter responsabildade. Pra ficar com ele eu precisei me comprometer a passear todos os dias, duas vezes ao dia, uma volta na quadra.

Ok, eu tentava escapar mas passei bastante com ele e quando estávamos na rua éramos só nós dois. Fork era invocadinho mas não bravo, foi um amigão. Ele foi meu companheiro na adolescência!

Meus pais não gostavam dos bichinhos dentro de casa mas Fork tinha sempre lugar na minha cama enquanto eles estavam trabalhando.

Laka me ensinou como amar sem pedir nada em troca. Sempre quis um cachorro grande e peludo. Então ela apareceu. Magra, judiada… com um sorrisão lindo (sim, cachorros sorriem). E foi cuidada na porta de casa por algo tipo uma semana… rs. Aí descobrimos que ela precisaria de uma cirurgia e ela foi ficando, ficando, ficando. Ela foi meu tapetinho, meu abraço mais quentinho, o amor em forma de cachorro! Ela sempre foi grata e nós também por nossos caminhos terem se cruzado (Santa Saudade).

Depois veio o Noopy mas aí eu saí da casa dos meus pais pra um apartamento. Ah, como foi difícil não poder levar o Noopy.

Aí casei… assim, sem pensar muito resolvemos morar juntos. E fomos adotados!

Sasha havia aparecido fazia um tempo na casa do Fábio e tentaram doá-la várias vezes mas ninguém queria ou devolviam por algum motivo bobo. Ele teve que ficar conosco!

Uma Pitbull! Loucura!!!!! Nos internem, por favor!!!!!

Eu entrava na casa grudada na parede… e ela queria pular.

Eu achava que era pra morder. Não era! Sasha queria brincar!

Descobrimos que ela era uma criançona e a boca de armadilha de urso servia para… sorrir… pois é, era só pra isso que a criatura com cara de paisagem mostrava os dentes. Só abria o bocão quando estava muito feliz com carinho na barriga ou nas orelhuxas.

Com a Sasha aprendi o quanto preconceito é algo horrívelllll. Foi um dos cachorros mais dóceis que já tive!

Sabe aquela tia “de boa” que todo mundo tem? Assim era a Sasha!

Ô bicho calmo!

Ela adotou a Pitty também! As duas foram mega felizes juntas!

Eu passaria horas aqui escrevendo sobre o que aprendi com cada bichinho porque isso nunca pára, aprendo diariamente com eles e acredito que eles comigo.É uma troca deliciosa!

Mas e vocês? Sua família tem um pet?

Conta pra mim, vai! Vou adorar saber!

Sabe quais são os benefícios que um pet pode trazer para vocês?

Passeando pela internet li vários estudos a respeito e resumi os que achei mais importantes.

kakaecarol fotografia infantil pets
 O mais importante:

BICHINHO NÃO É BRINQUEDO

Claro que eu não precisaria escrever isso aqui mas os índices de abandono mostram que muita gente ainda acha que animal é algo descartável. É bonitinho quando pequeno, depois dá trabalho…. e aí acontece o abandono.

Então, se achar que dá muito trabalho, não assuma essa responsabilidade. Tem mil bichinhos de pelúcia lindos por aí que não fazem xixi, cocô… não dão carinho também, mas ter um pet é uma troca.
É preciso se doar pra receber muito amor!

Beijo, beijo…
Kaká Pillat

 

* Fontes:

Site Pediatria em Foco
Revista “Clinical & Experimental Allergy”
Comac (Comissão de Animais de Companhia do SINDAN)
Site Catraquinha

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Sábado em Família!

Fotos: Kaká Pillat e Carol Guerra

Quando a família é gostosa a gente curte de verdade!
Não um curtir de facebook, um curtir tipo gíria antiga, daquele jeito maroto, que entra na brincadeira e não quer mais sair.
A Família da Talita é assim, é pra ser curtida, apertada, amassada…
Pais que fazem a festa em qualquer lugar e entendem que não existe hora pra um chamego. O carinho é na sala, no quarto, na cozinha, na casa toda.
E o mais gostoso é a liberdade nos pequenos atos, desde brincar e correr pelo condomínio até de fantasiar no quarto com os brinquedos favoritos.
Crianças livres pra pular, pra amar… e a gente vê o amor nos olhares, nos pequenos gestos das meninas.
Ter uma irmã pra dividir e somar o tempo todo é tão bom, não é?
Agora imagine tudo isso em um sábado lindão, com um sol de rachar a cuca chamando pra brincar e aprender o real significado de CURTIR a vida!

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Dia de Estrela!

Fotos: Kaká Pillat e Carol Guerra (www.facebook.com/kakaecarolphotography)

Duda é a mais velha de 3 irmãs. As 3 com personalidades fortes, cada uma com seu jeitinho especial de ser.
Mas desta vez o dia foi só dela!
Talvez por isso tenha sido tão intenso! A Duda aproveitou e a sessão acabou voando!
Vejo nas fotos o que vejo nela. Vejo ela olhando essas fotos e lembrando do diário, podendo ver até o que estava escrito nele. Ao folhear o álbum ela vai lembrar a música que cantou e não importa a idade que tiver vai querer escutar novamente.
E o beijo no Ted? O ursinho companheiro, cheio de história, com o qual ela dorme. Dá pra sentir o carinho!
Nostálgica, eu?
Editei as fotos ouvindo músicas da playlist da Duda e ela tem um ótimo gosto!
Ao entrar no mundinho dela entrei no meu, voltei à minha infância onde as coisas que eu mais amava eram música e livros.
Essa garotinha de olhos de gato nos deixou muito felizes, ela tornou nosso dia mais divertido.
Ela leu, cantou, dançou, brincou de modelo…. no final até atuou um pouco como o “chapeleiro maluco”, com direito à xícara e tudo.
Fomos só platéia para seu show! E que show!!!

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A Brinquedoteca do João

Quem acompanha o Blog já viu o João Emanuel por aqui na festa linda de um aninho.
Ele está crescendo e agora tem um espacinho só pra ele em casa. Um espaço lindo, todo pensado nele. Colorido, alegre, onde tudo está ao alcance de suas mãos.
João é um menino que cresce livre, independente. Ele anda descalço, brinca pela casa toda e tem uma personalidadeeeee…. é um fofo que brincou conosco a manhã toda nesse espacinho feito só pra ele.
E, é claro, não se limitou à Brinquedoteca, levou o brinquedo pro quarto da mãe, foi fazer arte no banheiro… porque criança é assim, né… quer descobrir tudo, pegar tudo.
O mundo é grandão e foi feito pra ser explorado por esses pequeninos de perninhas roliças e dedos ágeis.
A Mônica (mamãe do João) contou historinha com dedoches, cantou musiquinhas que ele gosta e, pra completar a farra, vovó Conceição também veio fazer parte da brincadeira.
A manhã foi deliciosa, leve como uma brincadeira de criança!

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O Pato Pateta

Vi a Guilhermina bem tiquinha, um cisquinho de gente grudadinho na mãe.
A Fernanda chegava sempre linda no CineMaterna, sorrindo com as amigas, às vezes com o Arnaldo. Mas sempre grudadinha com a Nina.
No começo eu chamava ela de Mina, diminutivo do nome. Foi perto dela completar um aninho que descobri ser Nina (meio surda eu).
Fernanda e Nina eram presença certa no CineMaterna e eu sempre esperava. Ver o crescimento dela foi o máximo.
Quando a Fernanda entrou em contato comigo fiquei tão feliz que não conseguia me aguentar.  Fiquei torcendo para que tudo desse certo.
Como elas, a festa foi linda, mágica e bem infantil.
O tema, ah, esse me encantou. Uma música da minha infância. E eu vi ela ali, representada em detalhes.
Impossível foi fotografar a decoração sem cantar “O pato Pateta, pintou o caneco…”. Foi assim que fiz essas fotos, cantando e encantada.
A festa foi a cara da família. Que família linda, leve…
Vi ali reencontros, muito carinho com os mais velhos, os mais novos super à vontade pra brincar.
Um dia lindo, ensolarado, um lugar bem aberto, todos felizes.
Não podia ser melhor… e do jeitinho deles. Do jeitinho da Nina, essa menininha cheia de charme, simples e simpática como a mãe.
Sabe quando menos é mais? Pra mim foi assim a festa. Com vontade de sorrir do começo ao fim.
E gente leve atrai gente leve então os amiguinhos da Nina também eram os mais lindos, altas doses de fofura a todo instante.
O tempo passou, agora ela tem uma irmãzinha, a Cecília! Elas são tão parecidas… irmãs, companheiras, amigas.
A Fer tem mais uma mocinha pra slingar por aí cantando músicas gostosas dessas que a gente não se cansa de ouvir.

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Fernanda Soares Ferreira Coelho - 24 de junho de 2016 - 11:45

Foi um prazer ter vocês registrando um momento tão especial para nós!

Zilda Alves Bublitz - 24 de junho de 2016 - 11:58

Lindo!!!!

Fernanda Aparecida - 24 de junho de 2016 - 16:05

essa família é mesmo linda!